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"O inferno são os outros." |
Jean-Paul Sartre |
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| » DIA D |
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"DIA D", de Steven Spielberg, está em cartaz nos cinemas. Daniel (Josh O'Connor) é um funcionário de cibersegurança da Wardex Corporation que se tornou rebelde, com uma mochila cheia de informações e um dispositivo alienígena especial que deve ser manuseado com cuidado. Perseguindo Daniel está Noah (Colin Firth), o chefe da Wardex e um homem que está experimentando um segundo dispositivo, permitindo que ele acesse mentes humanas. Daniel é acompanhado por Jane (Eve Hewson), uma ex-freira, com o casal buscando um lugar onde possam oferecer seu conhecimento ao mundo. Também na mistura está Margaret (Emily Blunt), uma personalidade da televisão em Kansas City, que vê sua conexão com a língua alienígena a levando a áreas desconhecidas de conhecimento, tornando-a especialmente valiosa para a Wardex, enquanto Hugo (Colman Domingo) é o líder de um esforço clandestino para trazer a verdade sobre a vida alienígena ao mundo, em contato com Daniel a partir de sua base secreta de operações. |
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| » INSTINTO MATERNO |
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Instinto Materno, documentário disponível na Netflix, conta a história de Taylor Parker, uma mulher do Texas que ficou conhecida por um crime que chocou os Estados Unidos em 2020. Não confundir com o filme de 2024 estrelado por Jessica Chastain e Anne Hathaway. A produção utiliza imagens reais e depoimentos de pessoas próximas para mostrar como uma série de mentiras terminou em uma tragédia. A montagem constrói um retrato perturbador de como o narcisismo, o histrionismo, as mentiras compulsivas e a manipulação podem enganar uma comunidade inteira, uma pequena cidade de cerca de 400 mil habitantes, deixando o espectador com a seguinte pergunta na cabeça: como Taylor conseguiu enganar o esposo que estava grávida durante os dez meses de gestação? A obra foca na teia de mentiras de Taylor Parker, que acumulava uma série de crimes ao longo de sua vida. O fato dela se dizer herdeira de uma fortuna de 8 milhões de dólares colaborou para que a família de seu atual esposo, Wade, fizesse vistas grossas ao comportamento e histórico cheio de incongruências de Taylor. Percebemos que o silêncio e a evitação de conflitos por parte de quem a rodeava Taylor permitiram a tragédia, que não vou dar spoilers. Isso é o aspecto mais macabro do documentário. Todas as entrevistas vão construindo a persona de Taylor. Gostaria de saber a razão de sua mãe não ter sido entrevistada. Minha sugestão para a diretora Jessica Dimmock que escolhesse outro título para o seu filme. Simplesmente impactante. |
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